google – Bom Homem https://www.bomhomem.com Blog com diversas dicas de negócios, tecnologia, produtos e muito mais Tue, 24 Feb 2026 17:37:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 O que o Google Sabe Sobre você Hoje? Como Visualizar Seus Próprios Dados? https://www.bomhomem.com/o-que-o-google-sabe-sobre-voce https://www.bomhomem.com/o-que-o-google-sabe-sobre-voce#respond Fri, 10 Apr 2026 16:00:08 +0000 https://bomhomem.com/?p=12107 5 minutos Você usa o Google todos os dias. Pesquisa respostas rápidas, assiste vídeos, usa o Maps para se localizar, recebe e-mails no Gmail, instala aplicativos pelo Android. Tudo isso parece fragmentado, mas existe um ponto central que conecta todas essas ações: a sua conta Google. É ali que fica registrado o rastro digital da sua rotina. A pergunta que quase ninguém faz com calma é simples e direta: o que o Google realmente sabe sobre você hoje? A resposta não é tão assustadora Continue lendo]]> Tempo de leitura: 5 minutos

Você usa o Google todos os dias. Pesquisa respostas rápidas, assiste vídeos, usa o Maps para se localizar, recebe e-mails no Gmail, instala aplicativos pelo Android. Tudo isso parece fragmentado, mas existe um ponto central que conecta todas essas ações: a sua conta Google. É ali que fica registrado o rastro digital da sua rotina. A pergunta que quase ninguém faz com calma é simples e direta: o que o Google realmente sabe sobre você hoje?

A resposta não é tão assustadora quanto alguns imaginam, nem tão inofensiva quanto outros acreditam. O Google não tem acesso aos seus pensamentos, mas tem acesso a padrões. E padrões dizem muito mais do que buscas isoladas.

A primeira camada de informação é a mais óbvia: histórico de pesquisa. Tudo o que você digitou enquanto estava logado pode estar associado à sua conta, dependendo das configurações. Isso inclui buscas feitas no celular, no computador e até em dispositivos conectados. Mas essa é apenas a superfície.

Existe também a chamada “Atividade na Web e Apps”. Essa configuração registra interações com serviços do Google, como pesquisas, uso do Chrome sincronizado, navegação em sites que utilizam ferramentas do Google e até interações dentro de aplicativos conectados à conta. Não é apenas o que você digitou. É o que você clicou, abriu, explorou.

Outra camada importante é o histórico do YouTube. Vídeos assistidos, tempo de exibição, buscas dentro da plataforma e interações com recomendações. Mesmo que você não perceba, o algoritmo aprende com cada segundo assistido. Ele não apenas registra títulos. Ele observa padrões de interesse.

A localização é outro ponto sensível. Se o histórico de localização estiver ativado, o Google pode registrar lugares visitados, trajetos feitos e frequência de visitas. Isso alimenta recursos como linha do tempo no Maps e recomendações de locais. Mesmo quando o histórico específico está desligado, dados aproximados podem ser usados para funcionamento básico de serviços como previsão do tempo ou resultados locais.

Existe também o perfil de anúncios. O Google cria categorias baseadas nos seus interesses inferidos. Ele pode associar você a temas como tecnologia, esportes, viagens ou finanças com base no comportamento online. Esse perfil não é uma lista de segredos, mas um conjunto de suposições estatísticas baseadas em padrões.

Muita gente acredita que essas informações estão escondidas, mas a maior parte pode ser visualizada diretamente na conta. O Google oferece um painel chamado “Minha Atividade”, onde é possível ver registros organizados por data e tipo de interação. Ali você encontra buscas, comandos de voz, vídeos assistidos e outras ações vinculadas ao login.

Além disso, existe a seção de dados e personalização. Nela, você pode revisar quais atividades estão ativas, quais estão pausadas e quais dados estão sendo usados para personalização. Não é um painel simples para quem nunca acessou, mas é transparente o suficiente para quem decide explorar.

Um recurso pouco utilizado é o download de dados. O Google permite que você exporte praticamente todas as informações associadas à sua conta, incluindo e-mails, contatos, fotos e registros de atividade. Esse recurso não apenas mostra o volume de dados acumulados, mas também revela como eles estão organizados.

O que o Google sabe sobre você, então, não é uma coleção de segredos íntimos, mas um mapa de comportamento digital. Ele sabe quais assuntos você pesquisa com frequência, quais horários costuma usar determinados serviços, quais tipos de vídeo retêm sua atenção por mais tempo. Ele conhece padrões, não intenções profundas.

É importante entender também o que o Google não sabe. Ele não tem acesso a conversas privadas fora de seus serviços, não lê mensagens de aplicativos externos e não grava tudo o que acontece no seu aparelho. A coleta de dados ocorre dentro do ecossistema de serviços e permissões concedidas.

Outro ponto relevante é que muitos dados são agregados e usados de forma estatística. Isso significa que o sistema não precisa saber exatamente quem você é para melhorar resultados. Ele compara comportamentos semelhantes entre milhões de usuários para ajustar recomendações.

A sensação de que o Google “sabe tudo” nasce da precisão das sugestões. Quando você digita apenas duas letras e o sistema completa sua busca com algo que você realmente queria procurar, parece haver leitura de pensamento. Na verdade, existe análise de padrão baseada em comportamento anterior e tendências globais.

Uma pergunta importante surge nesse ponto: é possível reduzir o que o Google sabe sobre você? Sim, mas não a zero. É possível pausar atividades, apagar histórico, ajustar personalização de anúncios e limitar permissões. O que não é possível é usar serviços gratuitos baseados em dados sem que algum nível de coleta exista.

O controle real começa pelo entendimento. Quando você sabe onde seus dados estão, o que é registrado e como visualizar isso, a relação com a tecnologia muda. Você deixa de agir por medo e passa a agir por escolha informada.

A ideia não é demonizar o Google nem romantizar a coleta de dados. É compreender que o modelo de funcionamento depende dessa informação. Quanto mais você usa, mais o sistema aprende. Quanto mais aprende, mais personalizado fica. Essa é a troca implícita.

No fim, o que o Google sabe sobre você hoje é um reflexo direto do que você fez dentro do ecossistema dele. Nada mais, nada menos. Não é um observador invisível fora do seu aparelho. É um sistema que registra interações autorizadas e constrói padrões a partir delas.

Visualizar esses dados não é apenas curiosidade. É uma forma de recuperar consciência digital. Quando você entra na sua conta e vê seu próprio histórico organizado, percebe que o controle não é inexistente. Ele apenas exige atenção.

Entender o que está armazenado é o primeiro passo para decidir o que manter, o que apagar e o que limitar. Informação clara transforma desconfiança em gestão consciente. E isso muda completamente a forma como você usa a internet todos os dias.

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Google Grava Áudio da sua Voz? O que Acontece com Comandos e Pesquisas por Voz? https://www.bomhomem.com/google-grava-audio-da-sua-voz https://www.bomhomem.com/google-grava-audio-da-sua-voz#respond Fri, 03 Apr 2026 16:00:31 +0000 https://bomhomem.com/?p=12104 5 minutos Sempre que você fala “Ok Google” perto do celular e, em segundos, recebe uma resposta. Pede para tocar uma música, perguntar a previsão do tempo ou fazer uma busca rápida. A interação parece simples, quase mágica. Mas logo surge a dúvida que quase todo mundo já teve em algum momento: o Google está gravando minha voz o tempo todo? Essa pergunta costuma vir acompanhada de uma sensação incômoda. Você comenta sobre um assunto perto do celular e, horas depois, vê um anúncio Continue lendo]]> Tempo de leitura: 5 minutos

Sempre que você fala “Ok Google” perto do celular e, em segundos, recebe uma resposta. Pede para tocar uma música, perguntar a previsão do tempo ou fazer uma busca rápida. A interação parece simples, quase mágica. Mas logo surge a dúvida que quase todo mundo já teve em algum momento: o Google está gravando minha voz o tempo todo?

Essa pergunta costuma vir acompanhada de uma sensação incômoda. Você comenta sobre um assunto perto do celular e, horas depois, vê um anúncio relacionado. A conclusão parece óbvia: o aparelho está escutando tudo. Só que a realidade é mais complexa — e menos conspiratória — do que parece.

O Google não grava continuamente tudo o que você fala. Isso seria inviável tecnicamente e juridicamente insustentável. O que acontece é diferente: o dispositivo fica em modo de escuta passiva aguardando a palavra de ativação, como “Ok Google” ou “Hey Google”. Esse modo não envia áudio constante para servidores. Ele usa um modelo local de detecção de palavra-chave, que identifica apenas quando o comando de ativação foi dito.

Quando o comando é reconhecido, aí sim o sistema começa a gravar o trecho seguinte da fala para processar a solicitação. Esse trecho é enviado aos servidores do Google para interpretação. É nesse momento que o áudio deixa o dispositivo e passa a fazer parte da atividade associada à sua conta.

A dúvida mais importante, então, não é se o Google escuta tudo o tempo todo, mas sim: o que acontece com os áudios depois que você usa um comando de voz? Esses registros podem ser armazenados na sua conta, dependendo das configurações de atividade. Eles ficam associados ao histórico de “Atividade na Web e Apps”, se essa opção estiver ativada.

Muita gente não sabe que pode ouvir esses áudios salvos. Dentro da conta Google, existe uma área onde é possível visualizar atividades por voz, incluindo gravações. Isso assusta algumas pessoas quando descobrem pela primeira vez, mas o armazenamento não é oculto. Ele faz parte do modelo de funcionamento do assistente virtual.

Outro ponto que gera confusão é a diferença entre gravação ativa e coleta de dados indiretos. Mesmo quando você não usa comandos de voz, o Google pode inferir interesses com base em buscas digitadas, vídeos assistidos, localização e navegação. Isso cria a sensação de que o celular “escutou uma conversa”, quando na verdade os anúncios foram gerados por padrões anteriores.

Existe também o fator coincidência reforçada por algoritmo. Você fala sobre um assunto que já pesquisou dias antes. O sistema já tinha esse dado. Quando o anúncio aparece, o cérebro conecta a fala recente ao anúncio, ignorando que o padrão já existia. Isso não significa que o áudio foi capturado fora do comando de ativação.

Agora, o que muita gente ignora é que erros de ativação podem acontecer. O dispositivo pode interpretar sons parecidos com a palavra-chave e iniciar gravação sem que você perceba. Nesses casos, o áudio capturado geralmente é curto e vinculado a uma tentativa de comando. Isso não é escuta constante deliberada, mas falha de reconhecimento.

Outro aspecto relevante é o uso de modelos para melhorar reconhecimento de voz. Parte dos áudios coletados pode ser analisada para aprimorar o sistema. O Google informa que utiliza revisões automatizadas e, em alguns casos, humanas, de forma anônima, para treinar seus modelos. Isso não significa que alguém está monitorando conversas aleatórias, mas que o sistema aprende com comandos reais.

Existe também diferença entre Android e outros dispositivos conectados ao Google, como smart speakers. Em dispositivos dedicados ao assistente, a lógica é semelhante: escuta local para palavra-chave, envio do comando após ativação. A sensação de que “o aparelho escuta tudo” vem da presença constante do microfone, não do envio contínuo de áudio.

Uma pergunta que surge com frequência é: desativar o histórico de voz impede o Google de gravar comandos? A resposta é parcial. Desativar o histórico impede que esses áudios fiquem associados à sua conta como registro visível. Isso não impede o processamento momentâneo do comando para responder sua solicitação. Ou seja, o sistema ainda precisa ouvir o que você disse para funcionar.

Se você realmente quiser reduzir ao máximo a captação por voz, é possível desativar o assistente ou impedir o uso do microfone para esse recurso. Mas isso também elimina a funcionalidade prática que motivou o uso em primeiro lugar. Como em quase tudo no ambiente digital, existe um equilíbrio entre conveniência e privacidade.

Outro ponto pouco discutido é que aplicativos de terceiros também podem ter acesso ao microfone, desde que você conceda permissão. Nem todo áudio capturado em um dispositivo está relacionado ao Google. Muitas vezes, o comportamento suspeito pode estar ligado a outro aplicativo com acesso liberado.

No fim, a ideia de que o Google grava tudo o que você fala o tempo inteiro não corresponde à forma como o sistema foi projetado. O que existe é detecção local de palavra-chave, gravação após ativação e armazenamento opcional vinculado às configurações de atividade. A sensação de vigilância constante nasce mais da combinação de dados já coletados do que de escuta permanente.

Entender essa diferença muda completamente a perspectiva. Em vez de imaginar um microfone transmitindo cada palavra, você passa a enxergar um sistema que reage a comandos específicos e cruza dados já existentes para personalizar serviços. Isso não elimina preocupações legítimas sobre privacidade, mas tira a discussão do campo do mito e leva para o campo do funcionamento real.

A tecnologia de voz funciona porque precisa ouvir o suficiente para responder. O que você pode controlar é o quanto dessa interação fica registrada e associada à sua conta. Saber disso é mais poderoso do que qualquer teoria sobre escuta invisível.

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Pausar Histórico do Google Impede o Rastreamento? O que Continua Sendo Coletado? https://www.bomhomem.com/pausar-historico-do-google-impede-o-rastreamento-o-que-continua-sendo-coletado https://www.bomhomem.com/pausar-historico-do-google-impede-o-rastreamento-o-que-continua-sendo-coletado#respond Fri, 27 Mar 2026 16:00:53 +0000 https://bomhomem.com/?p=12092 6 minutos Você entra nas configurações da sua conta Google, encontra a opção “pausar histórico” e sente um certo alívio. A palavra pausar passa a impressão de interrupção total, quase como desligar um interruptor. A ideia parece simples: se o histórico está pausado, o Google não está mais te rastreando. Só que, na prática, essa sensação de controle é maior do que o controle real. É exatamente aí que nasce a dúvida que quase ninguém responde direito: pausar o histórico do Google realmente impede Continue lendo]]> Tempo de leitura: 6 minutos

Você entra nas configurações da sua conta Google, encontra a opção “pausar histórico” e sente um certo alívio. A palavra pausar passa a impressão de interrupção total, quase como desligar um interruptor. A ideia parece simples: se o histórico está pausado, o Google não está mais te rastreando. Só que, na prática, essa sensação de controle é maior do que o controle real. É exatamente aí que nasce a dúvida que quase ninguém responde direito: pausar o histórico do Google realmente impede o rastreamento ou apenas muda a forma como os dados são registrados?

A primeira coisa que precisa ficar clara é que “histórico” não significa “todos os dados”. O Google usa essa palavra para se referir a um conjunto específico de registros visíveis ao usuário, como pesquisas feitas, vídeos assistidos e interações diretas com alguns serviços. Quando você pausa o histórico, está dizendo ao Google para parar de registrar essas atividades daquele tipo específico na sua linha do tempo visível. Isso não significa que toda coleta de dados foi interrompida.

O Google opera com camadas. A camada mais superficial é o histórico que você consegue ver e apagar manualmente. Abaixo dela existem camadas de funcionamento do sistema, segurança, desempenho, estatística e personalização. Pausar o histórico atua apenas na primeira camada. As demais continuam existindo porque são consideradas essenciais para o funcionamento dos serviços.

Isso explica por que, mesmo com o histórico pausado, o Google ainda consegue saber sua localização aproximada, exibir anúncios coerentes com seus interesses e sugerir conteúdos relacionados ao que você costuma consumir. Ele não está “desobedecendo” sua escolha. Ele está operando dentro de um escopo diferente daquele que você pausou.

Outro ponto pouco explicado é que o Google divide o histórico em categorias. Existe histórico de pesquisa, histórico do YouTube, histórico de localização e atividade na web e em apps. Pausar uma dessas categorias não pausa automaticamente as outras. Muitas pessoas pausam apenas a pesquisa e acham que resolveram tudo, quando na verdade outras categorias continuam ativas em segundo plano.

Existe também uma diferença importante entre pausar e limitar. Pausar impede que novas entradas apareçam no histórico visível, mas não impede completamente a geração de sinais. Esses sinais são usados para evitar fraudes, proteger a conta, melhorar desempenho e manter a coerência dos serviços. Eles não aparecem para você como histórico, mas continuam existindo como dados técnicos.

Isso fica ainda mais claro quando você observa o comportamento dos anúncios. Mesmo com o histórico pausado, anúncios continuam aparecendo de forma personalizada. Isso acontece porque a personalização não depende apenas do histórico direto. Ela depende de padrões agregados, contexto de navegação, tipo de conteúdo acessado e até do comportamento de usuários semelhantes ao seu perfil.

Muita gente tenta reforçar o bloqueio usando o modo anônimo. O modo anônimo ajuda, mas não resolve tudo. Ele impede que o navegador salve localmente páginas visitadas e pesquisas feitas, mas não impede que o Google receba informações básicas se você estiver conectado à conta ou usando serviços que exigem autenticação. O modo anônimo reduz rastros locais, não elimina rastros online.

Existe também a ilusão de que pausar o histórico “zera” o passado. Não zera. Pausar não apaga dados antigos. Apenas impede que novos registros visíveis sejam adicionados. Todo o histórico anterior continua existindo até que você decida apagá-lo manualmente. Mesmo assim, como já foi explicado, apagar remove registros visíveis, não necessariamente todos os dados agregados.

Quando falamos de contas supervisionadas, como no caso de crianças, a lógica é parecida. Pausar o histórico reduz o que aparece para os pais, mas não elimina completamente a coleta de dados necessária para o funcionamento básico da conta. O Google não oferece um modo de uso totalmente desconectado de dados porque seus serviços dependem disso para existir.

Outro detalhe importante é o tempo de adaptação. Quando você pausa o histórico, o sistema não muda instantaneamente em todos os serviços. Algumas recomendações e anúncios continuam aparecendo por um período porque o sistema ainda está operando com dados anteriores. Isso leva muita gente a achar que a pausa “não funcionou”, quando na verdade ela está funcionando dentro do escopo prometido.

A confusão acontece porque a linguagem usada nas configurações passa uma sensação de controle absoluto. Palavras como “pausar” e “gerenciar” soam mais fortes do que realmente são. Elas oferecem controle parcial, não total. O Google não esconde isso, mas também não faz questão de explicar em detalhes técnicos para o usuário comum.

A pergunta mais honesta que você pode fazer não é “o Google continua me rastreando?”, porque a resposta será sempre “em algum nível, sim”. A pergunta correta é: o que muda quando eu pauso o histórico? O que muda é a visibilidade dos registros, a associação direta de buscas ao seu perfil público de atividades e a forma como algumas recomendações são exibidas. O que não muda é a existência de sinais básicos necessários para o funcionamento do ecossistema.

Pausar o histórico é útil para quem quer reduzir a exposição direta das próprias buscas, evitar sugestões constrangedoras ou organizar melhor a conta. Não é uma ferramenta de anonimato completo. Tratar como se fosse gera frustração e a sensação constante de que algo está errado.

Quando você entende essa diferença, passa a usar a tecnologia com mais consciência. Em vez de esperar que o Google “pare de saber tudo”, você entende quais informações ficam visíveis, quais ficam implícitas e quais você realmente consegue controlar. Isso devolve uma sensação de controle real, não ilusória.

No fim, pausar o histórico do Google não impede o rastreamento como muita gente imagina. Ele apenas muda a forma como esse rastreamento aparece para você. O Google continua coletando dados suficientes para manter seus serviços funcionando, enquanto deixa de exibir parte da atividade na sua linha do tempo. Saber disso evita expectativas irreais e ajuda a tomar decisões mais conscientes sobre privacidade.

Controle total, hoje, não existe. O que existe é gerenciamento informado. E entender o que a pausa do histórico realmente faz é um passo importante para sair da ilusão e entrar na clareza.

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Limpar Histórico de Pesquisa do Google não Apaga Tudo: O que Continua Salvo mesmo Depois da Exclusão https://www.bomhomem.com/limpar-historico-de-pesquisa-do-google-nao-apaga-tudo-o-que-continua-salvo-mesmo-depois-da-exclusao https://www.bomhomem.com/limpar-historico-de-pesquisa-do-google-nao-apaga-tudo-o-que-continua-salvo-mesmo-depois-da-exclusao#respond Fri, 13 Mar 2026 15:00:49 +0000 https://bomhomem.com/?p=12076 2 minutos Você entra nas configurações da sua conta Google, limpa o histórico de pesquisa e fecha a página com a sensação de ter resolvido tudo. Pouco tempo depois, anúncios parecidos continuam aparecendo, sugestões estranhas surgem e o Google parece “lembrar” de coisas que você acha que apagou. A pergunta surge naturalmente: limpar o histórico realmente apaga tudo? A resposta curta é não. A resposta completa é mais desconfortável. O histórico de pesquisa do Google é apenas uma parte do que é armazenado. Quando Continue lendo]]> Tempo de leitura: 2 minutos

Você entra nas configurações da sua conta Google, limpa o histórico de pesquisa e fecha a página com a sensação de ter resolvido tudo. Pouco tempo depois, anúncios parecidos continuam aparecendo, sugestões estranhas surgem e o Google parece “lembrar” de coisas que você acha que apagou. A pergunta surge naturalmente: limpar o histórico realmente apaga tudo?

A resposta curta é não. A resposta completa é mais desconfortável. O histórico de pesquisa do Google é apenas uma parte do que é armazenado. Quando você apaga esse histórico, está removendo registros visíveis da sua conta, não necessariamente todos os dados associados ao seu comportamento.

Existe uma diferença fundamental entre histórico de pesquisa, atividade da conta e dados de personalização. O histórico que você apaga é o que aparece na lista de pesquisas. A atividade da conta inclui interações com serviços, aplicativos, vídeos, mapas e anúncios. Nem tudo isso é apagado junto.

Outro ponto importante é o tempo. O Google permite apagar dados por período, mas mantém alguns registros agregados para fins estatísticos e de funcionamento do sistema. Isso significa que, mesmo sem saber exatamente o que você pesquisou, o sistema ainda entende seus interesses gerais.

Muita gente confunde limpar histórico com navegar de forma anônima. São coisas diferentes. O modo anônimo impede que a atividade seja salva localmente, mas não impede totalmente o rastreamento por IP, localização ou conta se você estiver logado. Limpar histórico depois não desfaz isso.

Existe também a diferença entre histórico do navegador e histórico da conta. Apagar um não apaga o outro. Muitos usuários limpam o navegador achando que resolveram tudo, quando na verdade a conta Google continua registrando atividades em segundo plano.

Os anúncios são outro ponto sensível. Mesmo após limpar o histórico, o perfil de anúncios continua ativo, baseado em padrões anteriores. Isso cria a sensação de que nada foi apagado. Na prática, parte foi, parte não.

O erro mais comum é achar que existe uma limpeza total simples. Não existe. O Google oferece ferramentas para reduzir rastros, não para apagar completamente a identidade digital. Isso não é segredo, mas também não é explicado de forma clara.

Quem entende isso passa a usar as ferramentas de forma mais consciente. Em vez de confiar em uma limpeza ocasional, ajusta configurações, revisa permissões e entende os limites reais. Isso não elimina o rastreamento, mas reduz surpresas.

Limpar o histórico do Google é útil, mas não é mágica. Ele resolve um problema específico, não todos. Quando você entende o que continua salvo, para de achar que algo “deu errado” e começa a usar a tecnologia com menos ilusão e mais controle.

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Controle dos Pais do Google: O que Realmente Funciona, o que é Limitado e o que Muda com o Family Link https://www.bomhomem.com/controle-dos-pais-do-google-o-que-realmente-funciona-o-que-e-limitado-e-o-que-muda-com-o-family-link https://www.bomhomem.com/controle-dos-pais-do-google-o-que-realmente-funciona-o-que-e-limitado-e-o-que-muda-com-o-family-link#respond Fri, 20 Feb 2026 15:00:33 +0000 https://bomhomem.com/?p=12068 4 minutos Você entrega um celular para uma criança achando que está oferecendo entretenimento ou uma ferramenta de estudo. Pouco tempo depois, percebe que entregou também acesso a vídeos infinitos, jogos com compras escondidas, conversas com desconhecidos e conteúdos que você nem imagina. É nesse ponto que muita gente digita no Google algo simples: “controle dos pais Google”. O problema é que a resposta nunca é simples. O Google oferece várias camadas de controle parental, mas quase ninguém entende como elas se encaixam. Alguns Continue lendo]]> Tempo de leitura: 4 minutos

Você entrega um celular para uma criança achando que está oferecendo entretenimento ou uma ferramenta de estudo. Pouco tempo depois, percebe que entregou também acesso a vídeos infinitos, jogos com compras escondidas, conversas com desconhecidos e conteúdos que você nem imagina. É nesse ponto que muita gente digita no Google algo simples: “controle dos pais Google”. O problema é que a resposta nunca é simples.

O Google oferece várias camadas de controle parental, mas quase ninguém entende como elas se encaixam. Alguns pais acham que basta ativar uma opção e tudo fica bloqueado. Outros acreditam que o Family Link resolve absolutamente tudo. A verdade está no meio, e entender isso evita frustração, conflitos familiares e falsas expectativas.

“O controle dos pais do Google é um conjunto de ferramentas que permite limitar o uso do celular, aplicativos e conteúdos para crianças e adolescentes, principalmente por meio do Family Link e das configurações da conta Google.”

O controle dos pais no ecossistema Google não é uma ferramenta única. Ele é um conjunto de recursos espalhados entre o sistema Android, a Conta Google, o Family Link, o Google Play, o YouTube e o Chrome. Quando alguém diz “controle dos pais Google”, normalmente está misturando tudo isso sem perceber.

No Android, existe um controle básico nativo. Ele permite criar perfis restritos, limitar compras, definir classificações de conteúdo e impor algumas regras simples. Esse controle funciona bem para situações pontuais, mas é limitado. Ele não acompanha a criança se o dispositivo for trocado, não oferece relatórios detalhados e não permite ajustes remotos consistentes. É um controle local, preso ao aparelho.

O Family Link surge justamente para preencher essa lacuna. Ele conecta o controle ao nível da conta, não apenas do dispositivo. Isso muda tudo. A partir do momento em que a conta da criança é supervisionada, as regras passam a acompanhar o login, independentemente do celular usado. É por isso que muitos pais sentem que o Family Link é mais “forte”. Na prática, ele é mais abrangente, não necessariamente mais rígido.

O erro mais comum dos pais é achar que o controle dos pais do Google serve para bloquear tudo. Não serve. O sistema foi pensado para mediar, não para isolar completamente. Algumas funções sempre continuarão ativas, como chamadas de emergência, configurações básicas do sistema e certos serviços essenciais. Quando isso não é explicado, o pai acha que algo está “passando” pelo controle, quando na verdade nunca foi bloqueável.

Outro ponto que gera confusão é o tempo de tela. Muitos pais configuram limites irreais, baseados no que gostariam que acontecesse, não no que acontece de verdade. O resultado é um ciclo de bloqueio, liberação, briga e desativação do controle. O Google não impede isso porque entende que o controle precisa ser flexível para funcionar. O problema não está na ferramenta, está na expectativa.

O controle dos pais do Google também não entende contexto. Ele não sabe se a criança está usando o celular para estudar ou para jogar. Ele apenas contabiliza tempo e aplicativos. Isso significa que cabe aos pais interpretar os relatórios e ajustar regras. Quem espera que o sistema “decida sozinho” acaba frustrado.

Quando a criança cresce, surgem novas limitações. O Google define uma idade mínima para que a conta deixe de ser supervisionada. Quando esse momento chega, o controle não desaparece de um dia para o outro, mas a autonomia começa a ser transferida. Muitos pais veem isso como perda de controle, quando na verdade é parte do processo. O sistema não foi criado para vigiar adolescentes indefinidamente, mas para acompanhar a formação de hábitos digitais.

Outro erro silencioso é confiar apenas no controle do Google e ignorar conversas. Crianças aprendem rápido a contornar regras técnicas, mas não aprendem a lidar com consequências sem diálogo. O controle funciona melhor quando é explicado, negociado e revisado. Quando vira apenas punição automática, perde efeito.

O que realmente funciona no controle dos pais do Google é a combinação de três coisas: regras claras, revisão constante e conversa. O que falha é a ideia de que existe um botão mágico que resolve tudo. Não existe. O Google oferece ferramentas, não substitutos de presença.

Entender isso muda completamente a forma como os pais usam o sistema. Em vez de lutar contra o aplicativo, passam a usá-lo como apoio. Em vez de brigar com a criança, usam os relatórios como ponto de partida para conversa. E isso, no fim, é o que mais protege.

Leia Mais:

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Google Family Link App: O que é e Como Funciona? https://www.bomhomem.com/google-family-link-app-o-que-e-e-como-funciona https://www.bomhomem.com/google-family-link-app-o-que-e-e-como-funciona#respond Wed, 25 Dec 2019 12:00:31 +0000 https://sejadigital.com/?p=7926 5 minutos O Google Family Link App é o mais novo recurso para os pais que desejam ter mais controle sobre o acesso dos filhos em dispositivos móveis. Por meio dele, é possível criar regras digitais e assim regras digitais restringindo assim o uso. Continue lendo esse post e saiba mais sobre o que é esse app e como ele funciona! O que é o Google Family Link? O Google Family Link é um aplicativo voltado para controle parental. Ele pode ser usado em Continue lendo]]> Tempo de leitura: 5 minutos

O Google Family Link App é o mais novo recurso para os pais que desejam ter mais controle sobre o acesso dos filhos em dispositivos móveis. Por meio dele, é possível criar regras digitais e assim regras digitais restringindo assim o uso.

Continue lendo esse post e saiba mais sobre o que é esse app e como ele funciona!

O que é o Google Family Link?

O Google Family Link é um aplicativo voltado para controle parental. Ele pode ser usado em smartphone, tablet ou notebook.

A principal função dessa ferramenta é controlar o acesso das crianças nos dispositivos. Desde que tipos de aplicativo elas podem acessar, até quantas horas ficar conectado.

O grande diferencial desse recurso é que ele permite a criação de contas para crianças com menos de 13 anos de idade.

Como funciona o Google Family Link?

O Google Family Link funciona de maneira relativamente simples. Basicamente, você terá que criar uma conta que te permitirá gerenciar o acesso da criança em smartphones, tablets e computadores.

Você poderá estipular limitações como o tempo de uso do app (que será bloqueado depois que o limite for atingido) até que apps não podem ser acessados.

Para usar o aplicativo é simples. Basta baixar a ferramenta, criar uma conta Google para a criança e depois conectá-la à sua.

Depois, você só precisa ir até gerenciar configurações para conseguir determinar tudo que a criança pode ou não acessar.

==>> Google Stadia: O que é e Como Funciona?

O bacana é que os pais podem ser informados sobre todas as atividades da criança no dispositivo em que o Google Family Link está instalado.

Por exemplo, se ela tentar baixar um aplicativo os pais irão receber uma notificação e poderão aprovar ou não a solicitação. Além disso, outro grande diferencial desse aplicativo é que você pode baixar relatórios do uso do celular.

Assim, é possível ver quanto tempo a criança está passando conectada, bem como sua rotina no aparelho. E com isso você pode criar uma rotina mais adequada de uso.
Por exemplo, habilitar os horários em que o dispositivo deverá ser bloqueado, para que a criança faça as tarefas da escola, vá brincar ao ar livre e ou outras coisas.

Bloqueio de Sites e Conteúdos Violentos:

Outro recurso do Google Family Link é que você também consegue bloquear sites com conteúdos violentos ou para adultos. Contudo, isso só funciona como um bloqueio geral. Você consegue, por exemplo, bloquear o Instagram, mas não perfis específicos dentro da rede social

Mas é importante ressaltar que esse aplicativo não consegue transformar os apps voltados para adultos, como as redes sociais, adequados para criança. Você não consegue, por exemplo, filtrar o tipo de conteúdo que a criança pode acessar dentro dos aplicativos.

Por conta disso que mesmo usando o App Family link, é importante que os pais também conversem com os filhos e coloquem regras fora do universo digital. Além disso, é sempre importante ressaltar que todo acesso online deve ser monitorado por um adulto.

Para quem o Google Family Link realmente serve:

O Family Link foi pensado principalmente para:

  • pais de crianças pequenas ou pré-adolescentes

  • responsáveis por adolescentes que ainda não têm maturidade digital

  • famílias que querem criar rotina saudável de uso de tela

  • pais que precisam gerenciar mais de um dispositivo

Ele não é uma ferramenta de espionagem. É uma ferramenta de mediação. Quando usado corretamente, ajuda a criar limites claros. Quando usado de forma autoritária, vira fonte constante de conflito.

Controle de tempo de uso: o recurso mais usado (e mais mal configurado)

O controle de tempo é o primeiro recurso que a maioria dos pais ativa. E também o que mais gera conflito quando é mal planejado.

Com o Family Link, é possível:

  • definir limite diário de uso do dispositivo

  • configurar horários de descanso (como hora de dormir)

  • bloquear o aparelho remotamente

  • liberar tempo extra quando necessário

O erro comum é usar números irreais. Pais configuram duas horas de uso para uma criança que já passa cinco horas por dia no celular. O resultado não é educação digital, é guerra.

O Family Link funciona melhor quando o tempo é ajustado de forma progressiva, acompanhado de conversa e revisão constante.

Aprovação e bloqueio de aplicativos: onde o controle é mais eficaz

Uma das funções mais úteis do Family Link é o controle de aplicativos.

Na prática, funciona assim:

  • a criança tenta instalar um app

  • o responsável recebe uma notificação

  • pode aprovar ou negar

  • a decisão vale imediatamente

Além disso, é possível:

  • bloquear apps já instalados

  • definir quais apps podem ser usados sem limite

  • acompanhar quanto tempo cada app é utilizado

Esse recurso é especialmente importante porque muitos aplicativos aparentemente inocentes incluem compras, chats ou conteúdos inadequados.

Compras, downloads e gastos invisíveis

Outro ponto pouco explicado: o Family Link ajuda a controlar gastos, mas não elimina todos os riscos.

Com ele, você pode:

  • exigir aprovação para compras na Play Store

  • impedir downloads pagos

  • controlar assinaturas

O que muita gente não percebe é que assinaturas feitas antes da supervisão podem continuar ativas. Por isso, revisar os apps já instalados após ativar o Family Link é essencial.

O Google Family Link está disponível para dispositivos Android e iOS. Para mais informações sobre essa ferramenta, basta acessá-la através da loja de aplicativos do seu dispositivo.

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Google Keep: O que é e Como Usar?

Como Limpar o Histórico de Pesquisa Google no Smartphone ou PC?

Como Criar um Site no Google Sites?

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Google Stadia: O que é e Como Funciona? https://www.bomhomem.com/google-stadia-o-que-e-e-como-funciona https://www.bomhomem.com/google-stadia-o-que-e-e-como-funciona#respond Mon, 21 Oct 2019 12:00:02 +0000 https://sejadigital.com/?p=7760 2 minutos O Google Stadia é a mais nova plataforma revelada pela gigante de tecnologia. O primeiro anúncio foi feito na Game Developers Conference, mas muita gente ainda está com dúvidas sobre a novidade. Ela deve chegar em novembro no mercado, mas por enquanto apenas 14 países irão receber a novidade, entre eles:  Itália, Holanda, Canadá, Dinamarca, Espanha, França e EUA. O que é e Como Funciona o Google Stadia? O Google Stadia é a nova plataforma de jogos anunciada pela gigante de tecnologia. Continue lendo]]> Tempo de leitura: 2 minutos

O Google Stadia é a mais nova plataforma revelada pela gigante de tecnologia. O primeiro anúncio foi feito na Game Developers Conference, mas muita gente ainda está com dúvidas sobre a novidade.

Ela deve chegar em novembro no mercado, mas por enquanto apenas 14 países irão receber a novidade, entre eles:  Itália, Holanda, Canadá, Dinamarca, Espanha, França e EUA.

O que é e Como Funciona o Google Stadia?

O Google Stadia é a nova plataforma de jogos anunciada pela gigante de tecnologia. O grande diferencial dessa novidade é o fato dela funcionar via streaming.

É como se fosse uma Netflix dos games. Com ela, será possível jogar grandes títulos do mercado de jogos eletrônicos, via notebook, smartphone, PC e até na TV, por meio do Chromecast.

O Google Stadia vai funcionar com assinatura gratuita e também uma versão Pro, que é paga.

Na versão grátis, o usuário poderá jogar em 1080p, HDR e 60fps. Além disso, ele deverá adquirir os games separadamente para conseguir jogar.

Por sua vez, quem adquirir o plano Pro, além de ter acesso a jogos gratuitos e descontos exclusivos, também poderá jogar em 4K e 60fps com HDR via streaming.

O grande diferencial que chama a atenção para essa plataforma é que o usuário não precisará ter um console específico. Apesar da empresa estar comercializando os controles próprios, o jogador poderá jogar com os itens que já tem.

A única questão é que o dispositivo onde o Stadia será acessado precisa ter os requisitos mínimos. Por exemplo, no caso de TVS, elas precisam ter o Youtube, ou, usarem o Chromecast. Já smartphones precisam ter versões recentes do Android, bem como um nível de processamento mais alto.

Google Stadia e “edição de fundador”

E claro que o Google Stadia está chegando ao mercado apostando com tudo nos planos e assinaturas diferenciados. A “edição fundador” é justamente uma dessas propostas.

O pacote inclui:

  • Um Stadia Controller na cor Night Blue;
  • Chromecast Ultra para jogar na TV;
  • Selo de fundador;
  • Prioridade na escolha do nick de usuário;
  • Três meses de assinatura para quem comprou e para um amigo;

O sucesso do anúncio desse pacote foi tão grande que na Europa ele já está totalmente esgotado. Além desse plano, o Google Stadia também anunciou o ‘Premiere Pack’. Ele custa U$ 129,90 e garante:

  • Um Stadia Controller na cor Clearly White;
  • Três meses de assinatura para o comprador;
  • Um Chromecast Ultra para jogar na TV;
  • Pacote completo do Destiny 2, da Activision.

Amplo catálogo

Segundo a gigante de tecnologia, o Google Stadia será lançado inicialmente com 30 jogos. Entre os títulos estão:

  • Destiny 2;
  • The Divison 2;
  • DOOM;
  • Shadow of the Tomb Raider;
  • Rise of the Tomb Raider;
  • Tomb Raider de 2013;
  • Assassin’s Creed Odyssey;
  • The Elder Scrolls Online;
  • Wolfenstein: Youngblood;
  • FINAL FANTASY XV;
  • Just Dance 2020.

Por enquanto não há previsão do Google Stadia chegar ao Brasil, mas ao que tudo indica essa novidade deve se espalhar por outros países rapidamente, para concorrer com gigantes como a Steam.

Leia Mais:

Google Keep: O que é e Como Usar?

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Como Usar o Google Drive Offline? https://www.bomhomem.com/como-usar-o-google-drive-offline https://www.bomhomem.com/como-usar-o-google-drive-offline#respond Mon, 01 Jul 2019 12:00:52 +0000 https://okvee.net/?p=200 Tempo de leitura: 3 minutos

O Google Drive Offline é uma excelente alternativa para quem deseja editar seus arquivos, mesmo estando sem internet. A hospedagem em nuvem chegou para otimizar e muito o nosso dia a dia.

Contudo, é comum que as pessoas passem por instabilidades na web. Quando a internet cai, é comum que usuários de outros serviços do gênero fiquem sem qualquer acesso aos arquivos.

E se com você também acontece isso, saiba que é possível acessar o Google Drive sem internet.

Nesse post, você vai conferir um passo a passo que preparamos para lhe ensinar como usar o Google Drive, mesmo estando sem internet. Confira!

Passo a passo de como usar o Google Drive Offline

Para você usar o Google Drive Offline, é necessário acessar a plataforma pelo navegador Google Chrome. Depois, é só seguir o passo a passo abaixo:

  1. Instale o app do Google Drive no seu navegador. Normalmente ele já vem instalado, mas se você não o encontras é só acessar a loja do browser e procurar por Google Drive;
  2. Agora acesse o endereço drive.google.com;
  3. Em seguida, faça o seu login (caso você ainda não tenha um login no Google, crie um);
  4. Clique em configurações. A opção á representada pelo símbolo de uma engrenagem e fica no canto superior direito da tela do seu computador;
  5. Agora, ative a alternativa referente a sincronização dos arquivos e demais recursos Google neste pc para edição off-line”;
  6. Em seguida clique em Concluir;
  7. O próximo passo é acessar o Google Docs. Para isso basta acessar esse link;
  8. Em seguida, clique em Configurações. Dessa vez a opção será encontrada no ícone de três barrinhas na horizontal e está localizada no canto superior esquerdo da tela;
  9. Verifique se a alternativa sincronização off-line está ativado. Caso não esteja, ative-a;

Pronto! Agora você já pode acessar o Google drive Offline, e editar os seus documentos sempre que não estivar com internet. Além da sincronização pelo navegador, você também pode ativar essa solução pelo app.

Ativando o Google Drive Offline pelo app

Para ativar o Drive Offline pelo app, basta seguir os passos abaixo:

  1. Faça o download do Google Drive para o seu PC clicando nesse link https://www.google.com/drive/download/ (o aplicativo está disponível para PC, MAC, iOS e Android);
  2. Aguarde enquanto o download e instalação do programa;
  3. Em seguida, faça login com o mesmo usuário e senha que você utiliza no seu navegador;
  4. Escolha se você deseja sincronizar todos os arquivos e pastas do seu computador, ou apenas alguns.

==>> Como Usar o Google Maps Offline (Sem Internet)?

O programa criará uma pasta nova intitulada Computador no GD, onde você poderá acessar todos os arquivos salvos de forma offline.

Caso você faça alterações enquanto estiver sem internet, elas serão atualizadas depois de restabelecer uma conexão. Além disso, você poderá acessar todos os arquivos através de dispositivos móveis como tablets e smartphones, que tenham o programa instalado.

Agora que você já sabe como usar o Google Drive offline, não deixe de ativar essa opção na sua conta. Essa é uma excelente alternativa para quem deseja ter acesso a todos os arquivos e documentos salvos na plataforma, mesmo quando estiver sem internet.

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Ficou com alguma dúvida sobre como acessar o serviço? Aproveite e deixe ela nos comentários.

Leia Mais:

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Google Alerts: O que é e Como Usar o Google Alertas? https://www.bomhomem.com/google-alerts-o-que-e-e-como-usar-o-google-alertas https://www.bomhomem.com/google-alerts-o-que-e-e-como-usar-o-google-alertas#respond Wed, 26 Jun 2019 12:00:05 +0000 https://okvee.net/?p=194 Tempo de leitura: 3 minutos

O Google Alerts é uma excelente ferramenta para quem deseja saber as últimas notícias sobre determinado assunto. Ele pode ser usado tanto por pessoas que querem acompanhar temas do dia a dia, como, também, para marcas que desejam ver como elas estão aparecendo na mídia.

Inclusive, essa é uma ótima opção para empresas que precisam fazer o clipping de assunto. Que nada mais é que essa triagem de notícias sobre determinados temas.

Confira nesse post tudo o que precisa saber sobre o Google Alerts, desde o que é, até como usar essa ferramenta.

O que é o Google Alerts?

O Google Alerts é uma ferramenta muito bacana que detecta notícias e outros conteúdos sobre determinadas temáticas. Ela consegue fazer uma varredura dentro do buscador Google e te mostra uma lista completa relacionada ao assunto que você escolheu.

==>> Google Notícias: O que é e Como Funciona?

Tudo é encaminhado para o seu e-mail, e você pode gerenciar esse recurso. Você pode, por exemplo, selecionar que tipos de conteúdos devem ser levados em consideração, ou a periodicidade de envios de notícias encontrada.

Como usar o Google Alerts?

Se você quer ser notificado sobre as principais notícias e conteúdos sobre os assuntos de sua preferência, esta é uma excelente ferramenta. Veja abaixo o passo a passo para configurar esse recurso.

  1. Primeiramente, se logue na sua Conta do Gmail que permite que você use todos os recursos do Google;
  2. Agora, acesse o site do Google Alerts clicando nesse link;
  3. Na barra de pesquisa, digite o assunto par ao qual você deseja criar um alerta;
  4. Clique em mostrar opções;
  5. Na primeira você irá determinar a frequência com que deseja receber notificações;
  6. Na segunda, selecione o tipo de fonte (notícias, blogs, vídeos entre outras);
  7. No terceiro campo selecione o idioma das notificações que deseja receber;
  8. No quarto campo, determine a região de onde você deseja receber os alertas;
  9. No quinto campo você irá determinar quantos alertas deseja receber;
  10. E por último você irá selecionar para qual e-mail deseja que os alertas sejam enviados;
  11. Depois que você ajustar todos os campos é só clicar em Criar Alerta.

Pronto! Agora você já irá receber alertas sobre o assunto selecionado, sempre que algum conteúdo sobre ele foi localizado pelo Google. O bacana é que você pode criar quantos alertas desejar, sem qualquer restrição.

Além disso, o próprio Google Alerts te dará algumas sugestões de assuntos. Assim você poderá se manter sempre informado sobre os assuntos do momento.

O Google Alerts como uma ferramenta da sua estratégia de marketing digital:

O Google Alerts é uma excelente ferramenta para a sua estratégia de marketing digital. Isso porque, com ela será muito mais fácil mensurar onde a sua notícia, marca ou campanha está sendo divulgada.

Com esse recurso, será bem mais fácil fazer o clipping de suas ações, e, assim, saber exatamente o retorno dela. Além disso, ele conseguirá centralizar todos os tipos de conteúdo em um único lugar.

Por isso, não deixe de usar o Google Alerts no seu dia a dia. Você verá como ele irá facilitar a localização de notícias e conteúdos sobre os assuntos de seu interesse.

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7 Ideias de Negócios Lucrativos para Ganhar Dinheiro na Internet! https://www.bomhomem.com/7-ideias-de-negocios-lucrativos-para-ganhar-dinheiro-na-internet https://www.bomhomem.com/7-ideias-de-negocios-lucrativos-para-ganhar-dinheiro-na-internet#respond Mon, 10 Jun 2019 12:00:16 +0000 https://okvee.net/?p=137 Tempo de leitura: 3 minutos

Você já pensou em Ganhar Dinheiro na Internet? A web é um espaço perfeito para pessoas que desejam se tornar empreendedores digitais e começar a lucrar sem sair de casa.

Uma das principais vantagens de ter um negócio digital é que a burocracia e investimento é bem menor. É possível, inclusive, começar vários tipos de negócios sem investir um único centavo.

==>> 5 Passos Para Começar Ganhar Dinheiro na Internet

Confira abaixo algumas ideias para você ganhar dinheiro na internet.

Descubra como ganhar dinheiro na internet com estas dicas incríveis!

  1. Loja virtual

O e-commerce tem crescido cada vez mais no Brasil. A grande maioria dos usuários já fez alguma compra pela web, logo, ter uma loja virtual é uma grande ideia.

Você pode tanto comercializar seus próprios produtos, como também fazer parcerias com fornecedores e vender mercadorias sem precisar criar um estoque em casa.

  1. Classificado online

Atualmente, as pessoas usam a internet para pesquisar sobre tudo, desde imóveis, até veículos. Outra ideia de como ganhar dinheiro na internet é criando um classificado online.

Com ele você poderá lucrar tanto com a criação de anúncios, como, também, com publicidades e até mesmo cobrando comissões por cada venda.

  1. Programa de afiliados

Tornar-se um afiliado também é uma ótima maneira de Ganhar Dinheiro na Internet. Basicamente, você irá trabalhar divulgando os produtos de terceiros, em páginas da web e redes sociais.

A cada venda realizada com a sua indicação, você irá ganhar uma comissão. O grande diferencial é que você não precisa se preocupar com a logística de nada, mas, apenas em divulgar os produtos e serviços.

  1. Site de relacionamento

Os sites de relacionamento também estão bombando. Cada vez mais usuários tem procurado esse tipo de plataforma para conhecer outras pessoas.

Ao contrário do que muita gente pensa, não é necessário um extenso conhecimento em programação. Atualmente é possível comprar um sistema de site de relacionamento completo pagando a partir de U$ 60.

Você consegue lucrar de diferentes formas, desde criando contas VIP, até com a inserção de anúncios.

  1. Produtos digitais

Você tem conhecimento em uma área específica, pode ser desde redação para Enem até artesanato, então uma boa ideia de como Ganhar Dinheiro na Internet é criando produtos digitais.

Os infoprodutos são materiais disponibilizados em formato digital, tais como: e-books, videoaulas, planilhas e cursos online. Tendo apenas um computador, você pode produzir esses conteúdos e comercializá-los na web.

Existem várias plataformas para isso, desde a Hotmart até programa de afiliados, como Eduzz. Existe um curso de facebook ads para afiliados, que ensina exatamente como vender esses produtos digitais ou físicos através da internet.

  1. Blog

O blog é uma das maneiras mais tradicionais de se Ganhar Dinheiro na Internet. Você pode criar um em questão de minutos, com menos de R$ 25 reais.

Os rendimentos que você irá obter virão de anúncios e parcerias. O Google Adsense, por exemplo, é uma excelente forma de monetizar a sua página.

  1. Consultorias online

Mais uma vez, se você tem conhecimento específico em alguma área, como, por exemplo, marketing, você pode prestar consultorias para empresas de diferentes portes, através do seu próprio PC.

Resumindo:

Agora que você sabe como Ganhar Dinheiro na Internet, comece hoje mesmo a conquistar a sua independência financeira. Aproveite a tecnologia como ferramenta para sua vida toda! 🙂

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